quarta-feira, 17 de março de 2010

MÃE DINÁH PREVIU MORTES DE ELIS REGINA E KENNEDY E A CONSQUISTA DO PENTA


Quando uma fumaça negra cobre toda a pessoa, sei que vai ser fatal, sinto-me mal. Essa declaração é de uma das maiores videntes do Brasil, "Mãe Dináh", que previu as mortes de Ayrton Senna, John Kennedy, do cantor Leandro e o tenebroso incêndio do Edifício Joelma. Depois, adiantou a morte do jogador Serginho do São Caetano. Calma! Ela não prevê somente fatos negativos. Uma de suas previsões inacreditáveis frente à realidade da época foi ter garantido que a seleção conquistaria o penta em 2002. Descendente de família hipercatólica, mostrou-se capaz de adivinhações aos três anos, e seus pais a consideraram doente. Somente compreenderam que a filha tinha um dom especial, quando ela disse: Mãe corre para a casa da vó, que ela está morrendo. Quando sua mãe chegou a casa da vó, ela já estava morrendo. Aos 13 anos, começou a realizar consultas. Suas previsões são feitas de maneira personalizada, e ela explica como vai ser o ano e o que a pessoa pode fazer para melhorar nos campos amoroso, profissional e pessoal. Católica, vai a missa todos os domingos. Quando era moça, ajudava o padre Gregório na Igreja São Judas Tadeu, em São Paulo. "Eu queria ser freira", diz. Mas, passou a dar palestras, tem oferta de mais de 60 mil simpatias e sempre auxiliava necesssitados. "Você tem de ter Deus no seu coração, fazer o bem e acreditar no poder da fé". Simples, direta, luz do caminho da paz!

segunda-feira, 15 de março de 2010

ELLUS TRANSCREVE O JEITO MÁSCULO DE SER MODERNO, SEM O MÍNIMO DESLIZE. É FORTE A PROPOSTA INVERNO 2010

Couro e jeans, zíperes e náilon nos jaquetões. Preto + azul carbono, com toques de amarelo e excitação com vermelho. Para quem arrisca Ellus.




















MODA ÍNTIMA LANÇADA EM BRASÍLIA














































CHICO XAVIER




"Eu sou um cisco." Era o que Chico Xavier respondia às pessoas que o elogiavam. Um cisco, sem a arrogância dos grandes, mas que lhe incomodava, fazia pensar. Chico era um menino diferente, que foi ser gauche na vida, como diria o escritor Carlos Drummond de Andrade. Nascido em Pedro Leopoldo (MG), tinha oito irmãos e era filho de um operário e de uma lavadeira. Aos cinco anos, ficou órfão de mãe e foi entregue à madrinha. Sua iniciação no espiritismo ocorreu, por intermédio da médium Carmem Perácio, que trouxe uma mensagem de sua mãe, pedindo que estudasse os livros "O Evangelho segundo o Espiritismo" e "O Livro dos Espíritos", ambos de Allan Kardec. Em 1931, fez contato com uma figura que mudaria sua vida, o espírito Emmanuel, nome cristão conferido ao senador romano Publius Lentulus, que o convida a trabalhar na mediunidade. "O senhor acha que estou em condições de assumir o compromisso?", pergunta Chico. Emmanuel responde: Perfeitamente, desde que você respeite os três pontos. Qual o primeiro ponto, pergunta: "Disciplina". O segundo: "Disciplina". O terceiro: "Disciplina". No ano seguinte, o jovem de 22 anos psicografa uma obra que espanta intelectuais pela semelhança com o estilo dos autores: "Parnaso de além-túmulo" apresentava 259 poesias de 56 autores mortos, como Artur Azevedo, Olavo Bilac, Castro Alves e Augusto dos Anjos. Com isso, o médium ganhou projeção nacional e internacional. Chico muda para Uberaba, devido a uma transferência solicitada pelo Ministério da Agricultura, onde era datilógrafo. Sua casa torna-se centro de peregrinação. Em 75 anos de vida mediúnica, psicografou 412 livros e vendeu 25 milhões de exemplares. Apesar da intensa atividade, o corpo, consumido fisicamente por diversas doenças, começou a apresentar sinais de desgaste. Aos 92 anos, morre de parada cardíaca o grande líder espírita do país, que sempre se manteve humilde, doando o dinheiro recebido pelos direitos autorais às entidades espíritas e assistenciais. Chico é o grande líder dos 2,34 milhões de espíritas brasileiros, é o segundo autor brasileiro que mais vendeu (25 milhões de cópias), superado apenas por Paulo Coelho (30 milhões). Por ora, pois Chico Xavier é eterno.

RALPH LAUREN, MELHOR OPÇÃO PARA HOMEM LATINO

O outono-inverno de Ralph Lauren há um bom tempo é acessível para os bolsos latinos. Chega com peças clássicas para usar por cima e por baixo de quem estiver! Sem arriscar brinca com calças de sarja sem sair da mesmice, camisetas polos trabalhadas para tirar na hora do vamos ver se funciona, suéteres para fazer gênero de gente nem aí, mas super disposto a ter tudo daí, mesclando jaquetas típicas de um mauricinho babaca londrino, enfim, é tudo muito over (para chamar atenção é a interpretação mais correta para quem não entende bulhufas de moda) com corte tradicional. Vende! Compre numa boa, é a melhor opção para quem gosta do tradicional e evita olhares críticos. Observe na perseverança do jeans... descolado!


























A PASSAGEM ETERNA É PARA POUCOS


Martinho Lutero se revoltou. João Paulo I foi assassinado. A vaca continua gorda, tem até status de país, como se fosse possível existir um ser superior sobre todo o infinito universo e um outro ser superior sobre todo o ínfimo planeta Terra. Nossa dimensão "adestrada", "ensinada", universalizada" como infinito foi ensinada para ser erroneamente interpretada. Infinito não significa não ter fim. Significa, sim, nunca ter fim a dimensão que ocupamos supostamente de humanos, pois sequer somos suficientes para alcançar e exercer o significado dessa palavra, ou será um verbete? Nós não sabemos. Somos vagantes, minúsculos espíritos subscriptos em forma de carne e osso com muito a aprender. E vieram os sábios, mas do que deles desprendemos? Resta-nos o apoio de acreditar em algo maior, senão o que justifica o incrédulo ajoelhado, rezando, tarde demais, quando está prestes a perder o que sequer chegou, ou se já chegara há muito tempo, ele sequer observara? Amor pode ser cedo, amor pode ser tarde, mas, nunca chega na hora exata, para todos que não sabem amar. Mas, alguém sabe? Quem foi treinado para saber que vale a pena mergulhar? Somente os que se entregam independente da energia, da força, das condições, das predileções, assassinos da hipocrisia, criadores da sobrevivência, seres humanos, enfim, amadores. Amadores, bem-vindos, pois são o que sois!Beijão sincero na testa, na face, de todos que conseguem amar. Eis que são sagrados. No mais, em breve, voltaremos a nossa fase de muita bruxaria. Melhor vampiros que sugam por amor, que falsos deuseus que devoram nossa única chance de alcançar a vida eterna. Ela ainda está em nossas mãos, por um triz. Mas, antes de morrermos, haveremos de entregar-nos bem longe do sentimento social, do convívio familiar, da esfera social, do pergaminho de nossas regras, haveremos de conquistar a posição de único ser, que ama sem nada receber. De único ser que sangra. Na unicidade, somente nela, há possibilidade de progredir para um reino infinitamente superior. O que chamam de outras religiões inexiste, pois sequer existe religião. Há um único espaço onde tudo é possível na terra, nos sonhos, no universo, na fé que a tudo conduz. Amor é condição fundamental. Amor é amar-se. Amar-se é escolher. Vida eterna é apenas isso. Nada mais. Então, vais partir e ficar?

domingo, 14 de março de 2010

DISCÍPULOS IGNORANTES DA DITADURA MILITAR
















Há uma nova geração aleatória às mazelas políticas do Brasil, porque desconhece um período nefasto ou abomina coragem em sempre manter escuro, para nunca mais voltar à luz, o espectro da ditadura militar. Não fazem menção a escritores e obras que muito esclarecem as origens da roubalheira do bolso de ancestrais, que ficaram comodamente calados. A ditadura militar foi maldita e será sempre eternamente amaldiçoada para todos os descendentes dos progenitores. Malditos! Que sejam benditos os escritores, que seja bendita a obra de Raymundo Faoro, falecido em 2003, pois ajudou a democratizar o Brasil e deixou obras suficientes para os abortos da ditadura interpretarem seu atraso, ultimamente, vencido pela capacidade do governo Lula, ainda que com profundas brechas complexas, estapafúrdias, mas enterradas pela falta de memória da herança inerte da covardia de um povo sem memória e para esse tipo de povo e imprensa, melhor o acomodamento, senão, toda rebeldia é interpretada como guerrilha. Os herdeiros da estúpida ditadura militar continuam ganhando muito mais do que o miserável salário mínimo dos civis, do Magistério, da Educação! Faoro é gaúcho de sangue e naturalidade, autor de "Os Donos do Poder - Formação do Patronato Político Brasileiro", manuscrito datado de 1954, posteriormente, editado pela na época editora Globo. Mas, quem eram os célebres donos do poder? Ora, representantes de um Estado que misturava riqueza pública com privada e se colocava acima da máquina estatal, ou seja, constituíam grupos poderosos a partir das funções que ocupavam no Estado. A partir dessa corrupção legalizada, o poder do Estado que deveria representar os interesses de toda a sociedade, emana da mão suja daquele que possui a caneta governamental. Seguindo o raciocínio de Faoro, ele está na ponta do atual iceberg, nunca foi tão atual, pois, ainda que de difícil interpretação aos alienados, o poder não está no dinheiro, no empresariado, mas na capacidade de nomear pessoas, alocar conhecidos e distribuir benesses. Se assim não fosse real e atual, o que dizer da gentalha imunda que carrega dinheiro até nas meias? Enquanto salário de professor estiver nas migalhas podres da herança da ditadura militar, o Brasil será o país das bolsas? Família e das que estouram novos miseráveis de quem se recusa a abortar - passarinhos! Jarbas Passarinhos! Delfins, netos! Paulistas, malufs! Até quando? Pense bem antes de votar. Você sabe o nome do partido que sustentou a ditadura militar? Não! Arena! Então pelo menos assuma que saiba onde alocaram-se os filhos dos descendentes desse período tão nojento. O Brasil vive a ignorância de condenar os alemães da II Guerra Mundial que assassinavam judeus em campos de concentração, mas é absoluta e amplamente cego - em todas as suas ditas siglas -, para enfrentar seu próprio passado repleto de torturadores e assassinos. A história recente deste país é suja. Quem vai condenar esse passado espúrio, imundo, qual o político que não é covarde? O povo argentino, o povo chileno fez sua parte. E na terra brasilis? A Bolsa família vai virar prostituta iraniana na nova incursão do marketing sobre a razão? Então que sobreviva a covardia sobre a hipocrisia! País sem memória, país ladrão de história! País de covardes históricos sem a mínima expressão. Que sofram muito antes de morrer, todos os que se calam diante da suposta coragem de digitar e nada escrever.